rumo à Antártica

Vencedoras do concurso "O Brasil na Antártica" relatam suas experiências na viagem rumo à Antártica.

a base chilena na Antártica

1 comentário

A base Presidente Eduardo Frei Montalva, ou base Frei como é conhecida, é a maior base chilena na Antártica. Pousamos lá, como os aviões da FAB costumam fazer nos voos de verão, e circulamos brevemente no entorno da estação.

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Essa base chilena tem uma característica peculiar em relação à brasileira: os militares que cuidam da estação servem na base por dois anos. Dessa forma, ficam acompanhados de suas famílias e, associada à base de pesquisa, há uma mini-cidade chamada Villa Las Estrellas, onde vivem temporariamente 64 pessoas. É uma mini-cidade mesmo, com casas, escola, correio, hospital e uma igreja.

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Vista da base chilena a partir da igreja.

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Módulos residenciais e funcionais. Ao fundo, a igreja pertencente à base russa que fica muito próxima à base chilena. Um dos pilotos me contou que essa igreja russa é a referência para o pouso dos aviões: o Hércules tem que passar na altura da igreja para atingir a pista de pouso de maneira adequada, caso contrário, deve fazer a volta e se aproximar novamente.

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Igreja da base Frei

Os módulos de pesquisa (azuis) ficam um pouco mais próximos da praia, mas bem perto dos módulos residenciais (vermelhos). Os militares que encontrei por lá foram extremamente simpáticos, ofereceram café e estadia e, apesar da correria para terminar os reparos necessários para enfrentar o inverno, estavam mais do que dispostos a dois dedos de prosa.

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Módulos de pesquisa próximos à praia.

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Busto em homenagem ao comandante que resgatou da Ilha Elefante os náufragos do “Endurance”, navio da famosa expedição britânica de Shackleton que afundou em 1816 após ter sido destroçado pelo gelo.

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Reparos e mais reparos para enfrentar o inverno que já chegou na Antártica.

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Eles contaram que tivemos sorte em encontrar a área coberta de neve, pois nessa época não é esperada a quantidade de neve que encontramos (no trecho que caminhei, a profundidade máxima a que cheguei foi de neve quase até a altura do joelho – é uma experiência e tanto caminhar assim!), mas havia nevado por dois dias logo antes de chegarmos.

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Autor: trnahas

Tatiana Nahas é bióloga com mestrado em Neurociências e especialização em Divulgação Científica. Seu interesse é a comunicação da ciência, tanto por meio do ensino, quanto via divulgação da ciência.

Um pensamento sobre “a base chilena na Antártica

  1. Oi mana que viagem incrível esta. Pena que ficou pouco tempo na Antártida, mas com certeza teve experiências incríveis das quais se lembrará sempre.Muito bacana a experiência de andar com neve a altura do joelho.

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